XIII DIA DE CASTRO De 6 de Setembro de 2012 a 9 de Setembro de 2012 Uma confraternização entre a população e os castrenses que já não moram mais na cidade e que voltam para matar a saudade da terra natal e participar de variada programação: exposições artísticas, históricas e culturais, shows populares, rodeio crioulo, praça de alimentação, além do VIII Salão Popular de Artes Visuais, que resgata a cultura do município.
Local: Parque Lacustre / espaços culturais
Município: CASTRO
Entidade Informante
Nome: Secretaria de Esporte e Cultura
Endereço: Praça Manoel Ribas, 170
Telefone: (42) 3906-2270
Fax: (42) 3232-0217
Home Page: www.castro.pr.gov.br
e-mail: tbmpalco@yahoo.com.br
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Itaipu Binacional: uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno
Por Anna Carolina de Moraes
Além de contar com uma das Sete Novas Maravilhas da Natureza, que são as Catataras do Iguaçu, a cidade de Foz do Iguaçu também conta com uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno, a Itaipu Binacional, que é a maior usina hidrelétrica do mundo em geração de energia. Construída no curso do rio Paraná, a partir de 1975, a usina chama a atenção pela magnitude de sua construção, que possui uma barragem de 8 km de extensão, que passa pela cidade paranaense e também pela Ciudade del Leste, no Paraguai. Por esse motivo, a Itaipu é responsável pela geração de energia que abastece 16,99% do consumo no Brasil e 72,92% do consumo paraguaio.
Para os que se interessam em conhecer melhor toda a estrutura grandiosa, a usina é aberta para a visitação de turistas. Um dos pacotes mais recomendados é o Circuito Especial, em que os visitantes têm a oportunidade de entrar nas instalações da Itaipu e ainda conhecer uma das 20 turbinas da usina, em pleno trabalho de geração de 700 megawatts cada uma energia suficiente para a abastecer uma cidade com 2,5 milhões de residências.
O passeio dispõe de atendimento diferenciado, com monitores trilíngues, ônibus especial com água a bordo e permissão total para fazer filmagens e fotografias. Ao chegar na estrutura da usina, o turista se depara com a arquitetura côncava das catedrais de concreto e pode sentir a pulsação da usina ao tocar suas paredes e os condutos que direcionam a água para o interior das turbinas. Os turistas também conhecem a sala de comando central, onde técnicos brasileiros e paraguaios monitoram sua produção, separados apenas por uma fronteira simbólica.
E em Itaipu há espaço, também, para os esportes radicais. As corredeiras do Canal da Piracema - construído para que os peixes possam superar os 120 metros de desnível entre o rio Paraná e a barragem - são utilizadas pela Confederação Brasileira de Rafting e Canoagem para a realização de competições. Além disso, a Itaipu possui um projeto de incentivo à prática de canoagem, em que jovens carentes fazem aulas dessa modalidade esportiva no canal.
O Circuito Especial está disponível todos os dias às 8h, 8h30, 10h, 10h30, 13h30, 14h, 15h30 e 16h. O passeio custa R$ 56,10 (Integral) e R$ 28,05 (Meia entrada). Por questões de segurança em área industrial, essa atração é restrita a maiores de 14 anos. Mais informações no site www.turismoitaipu.com.br.
Cruzeiro do Sul
Além de contar com uma das Sete Novas Maravilhas da Natureza, que são as Catataras do Iguaçu, a cidade de Foz do Iguaçu também conta com uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno, a Itaipu Binacional, que é a maior usina hidrelétrica do mundo em geração de energia. Construída no curso do rio Paraná, a partir de 1975, a usina chama a atenção pela magnitude de sua construção, que possui uma barragem de 8 km de extensão, que passa pela cidade paranaense e também pela Ciudade del Leste, no Paraguai. Por esse motivo, a Itaipu é responsável pela geração de energia que abastece 16,99% do consumo no Brasil e 72,92% do consumo paraguaio.
Para os que se interessam em conhecer melhor toda a estrutura grandiosa, a usina é aberta para a visitação de turistas. Um dos pacotes mais recomendados é o Circuito Especial, em que os visitantes têm a oportunidade de entrar nas instalações da Itaipu e ainda conhecer uma das 20 turbinas da usina, em pleno trabalho de geração de 700 megawatts cada uma energia suficiente para a abastecer uma cidade com 2,5 milhões de residências.
O passeio dispõe de atendimento diferenciado, com monitores trilíngues, ônibus especial com água a bordo e permissão total para fazer filmagens e fotografias. Ao chegar na estrutura da usina, o turista se depara com a arquitetura côncava das catedrais de concreto e pode sentir a pulsação da usina ao tocar suas paredes e os condutos que direcionam a água para o interior das turbinas. Os turistas também conhecem a sala de comando central, onde técnicos brasileiros e paraguaios monitoram sua produção, separados apenas por uma fronteira simbólica.
E em Itaipu há espaço, também, para os esportes radicais. As corredeiras do Canal da Piracema - construído para que os peixes possam superar os 120 metros de desnível entre o rio Paraná e a barragem - são utilizadas pela Confederação Brasileira de Rafting e Canoagem para a realização de competições. Além disso, a Itaipu possui um projeto de incentivo à prática de canoagem, em que jovens carentes fazem aulas dessa modalidade esportiva no canal.
O Circuito Especial está disponível todos os dias às 8h, 8h30, 10h, 10h30, 13h30, 14h, 15h30 e 16h. O passeio custa R$ 56,10 (Integral) e R$ 28,05 (Meia entrada). Por questões de segurança em área industrial, essa atração é restrita a maiores de 14 anos. Mais informações no site www.turismoitaipu.com.br.
Cruzeiro do Sul
As danças típicas que embalam os paranaenses
Fandango, congada, boi de mamão e pau-de-fitas estão entre os destaques
Diferentes ritmos e influências compõem as danças típicas paranaenses. As batidas do fandango no litoral, a homenagem ao patrono da comunidade negra da Lapa e o colorido do pau-de-fita são alguns exemplos.
Quer saber mais? Então veja a seguir algumas das principais danças típicas do nosso estado:
Fandango
Dança típica do litoral paranaense, o fandango está fortemente associado ao modo de vida caiçara. Os versos são cantados ao som de violas e rabecas. A dança pode acontecer em pares ou através dos chamados batidos, quando os homens usam tamancos de madeira, intercalando palmas e batidas no assoalho.
Curitibano
O curitibano é uma dança de roda praticada aos pares, conhecida especialmente no município de Campo Largo. Ao ritmo da música tocada em gaita, as quadrilhas cantam declarações de amor, despeitos e ciúmes. Os rapazes tiram versos, as moças respondem e os casais vão dançando. A encenação só termina quando todos os pares tiverem cantado.
Quebra-Mana
Também conhecida como quero-mana, é uma dança popular não apenas no Paraná, mas no Rio Grande do Sul e em São Paulo. Sua execução é sapateada, valsada e acompanhada por violas e palmas.
Nhô-Chico
Também popular do litoral, o nhô-chico é uma das danças originárias do fandango, mas tida como nascida da marinha paranaense. Formados em roda, os pares volteiam e sapateiam ao som de violas e do canto dos violeiros.
Dança de São Gonçalo
Originária de Portugal, a dança de São Gonçalo é praticada em alguns locais do interior do Paraná, com registros também na Ilha dos Valadares. A cerimônia que envolve reza e procissão acontece em torno da imagem do santo. A dança, acompanhada de música de viola, é dividida em partes, chamadas de ‘voltas’. No Paraná, essas ‘voltas’ têm nomes especiais,como ‘marcapasso’, ‘parafuso’, ‘despontam’, ‘confissão’ e ‘casamento’.
Pau-de-fitas
Trazida para a Região Sul do Brasil por colonos alemães, essa dança está presente em muitas festas típicas. Um mastro de três metros de comprimento é colocado em pé e nele fica amarrado um conjunto de fitas de variadas cores. O pau-de-fitas não tem uma música específica, sendo acompanhada geralmente por conjuntos de violão, cavaquinho, pandeiro e acordeom.
Congada da Lapa
Manifestação cultural típica do Paraná, a congada está ligada ao culto a São Benedito, patrono espiritual da comunidade negra da Lapa. A manifestação veio dos descendentes de escravos e graças a eles se manteve. A participação na dança é restrita a descendentes de africanos e devotos de São Benedito, não sendo permitida a participação de outras etnias.
Boi de Mamão
Apesar de ser uma manifestação folclórica típica de Santa Catarina, também é verificada no Paraná. Trata-se de um auto em tom cômico, mas com um elemento central dramático: a morte e a ressurreição do boi. Apresenta elementos comuns com o bumba-meu-boi nordestino e também outras atividades como a dança do pau-de-fitas.
Gazeta do Povo
Diferentes ritmos e influências compõem as danças típicas paranaenses. As batidas do fandango no litoral, a homenagem ao patrono da comunidade negra da Lapa e o colorido do pau-de-fita são alguns exemplos.
Quer saber mais? Então veja a seguir algumas das principais danças típicas do nosso estado:
Fandango
Dança típica do litoral paranaense, o fandango está fortemente associado ao modo de vida caiçara. Os versos são cantados ao som de violas e rabecas. A dança pode acontecer em pares ou através dos chamados batidos, quando os homens usam tamancos de madeira, intercalando palmas e batidas no assoalho.
Curitibano
O curitibano é uma dança de roda praticada aos pares, conhecida especialmente no município de Campo Largo. Ao ritmo da música tocada em gaita, as quadrilhas cantam declarações de amor, despeitos e ciúmes. Os rapazes tiram versos, as moças respondem e os casais vão dançando. A encenação só termina quando todos os pares tiverem cantado.
Quebra-Mana
Também conhecida como quero-mana, é uma dança popular não apenas no Paraná, mas no Rio Grande do Sul e em São Paulo. Sua execução é sapateada, valsada e acompanhada por violas e palmas.
Nhô-Chico
Também popular do litoral, o nhô-chico é uma das danças originárias do fandango, mas tida como nascida da marinha paranaense. Formados em roda, os pares volteiam e sapateiam ao som de violas e do canto dos violeiros.
Dança de São Gonçalo
Originária de Portugal, a dança de São Gonçalo é praticada em alguns locais do interior do Paraná, com registros também na Ilha dos Valadares. A cerimônia que envolve reza e procissão acontece em torno da imagem do santo. A dança, acompanhada de música de viola, é dividida em partes, chamadas de ‘voltas’. No Paraná, essas ‘voltas’ têm nomes especiais,como ‘marcapasso’, ‘parafuso’, ‘despontam’, ‘confissão’ e ‘casamento’.
Pau-de-fitas
Trazida para a Região Sul do Brasil por colonos alemães, essa dança está presente em muitas festas típicas. Um mastro de três metros de comprimento é colocado em pé e nele fica amarrado um conjunto de fitas de variadas cores. O pau-de-fitas não tem uma música específica, sendo acompanhada geralmente por conjuntos de violão, cavaquinho, pandeiro e acordeom.
Congada da Lapa
Manifestação cultural típica do Paraná, a congada está ligada ao culto a São Benedito, patrono espiritual da comunidade negra da Lapa. A manifestação veio dos descendentes de escravos e graças a eles se manteve. A participação na dança é restrita a descendentes de africanos e devotos de São Benedito, não sendo permitida a participação de outras etnias.
Boi de Mamão
Apesar de ser uma manifestação folclórica típica de Santa Catarina, também é verificada no Paraná. Trata-se de um auto em tom cômico, mas com um elemento central dramático: a morte e a ressurreição do boi. Apresenta elementos comuns com o bumba-meu-boi nordestino e também outras atividades como a dança do pau-de-fitas.
Gazeta do Povo
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Águas do Paraná: conheça os principais rios do estado
Empresas especializadas oferecem aos aventureiros rafting no Rio Tibagi
Riquezas naturais garantem abastecimento, são fontes de energia e trazem belos cenários
O potencial hídrico do Paraná é de fazer inveja a outros estados. Afinal, é graças a essa riqueza que os paranaenses contam com uma das sete maravilhas naturais do planeta, as Cataratas do Iguaçu. Também por conta desse potencial que o estado sedia a hidrelétrica de Itaipu, a maior do Brasil e que gera energia para países vizinhos.
Abastecimento da população, suporte para a agropecuária, fonte de energia e belos cenários. Isso é o que proporcionam os principais rios paranaenses, os quais você conhece agora:
Rio Paraná
O rio Paraná nasce entre os estados de São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, na confluência dos rios Grande e Parnaíba. Com uma dimensão total de 3.998 quilômetros seria o nono rio mais extenso do mundo, caso fosse contado o trecho do rio Paranaíba. No estado do Paraná, ele demarca a fronteira entre Brasil e Paraguai até a foz do rio Iguaçu. Naquela região está a usina-barragem de Itaipu.
Rio Paranapanema
Divisor natural dos estados de São Paulo e Paraná, o Paranapanema tem uma extensão total de 929 quilômetros, mas boa parte dela em território paulista. Sua bacia hidrografia compreende uma área de 106 mil quilômetros quadrados, abrangendo 247 municípios onde vivem cerca de 4,8 milhões de habitantes. O rio concentra 5% da produção hidrelétrica nacional e importantes áreas de produção agropecuária.
Rio Iguaçu
Afluente do Paraná, o Iguaçu é o maior rio do estado. Formado pelo encontro dos rios Iraí e Atuba na parte leste de Curitiba, ele desagua nas Cataratas do Iguaçu, as maiores quedas em volume de água do planeta. Há divergências quanto à sua extensão: enquanto alguns autores afirmam ser de 910 quilômetros, a Secretaria de Estado do Meio Ambiente aponta 1.320 quilômetros. Sua navegação foi iniciada em 1891.
Rio Tibagi
O Tibagi tem 550 quilômetros, sendo bastante usado para a prática de canoagem e rafting em função da grande quantidade de corredeiras. Suas nascentes se localizam entre os municípios de Campo Largo, Palmeira e Ponta Grossa, enquanto sua foz fica na divisa entre os estados de Paraná e São Paulo. A bacia do Tibagi se estende por 41 municípios, cobrindo mais de 25 mil quilômetros quadrados no território paranaense.
Rio Ivaí
O rio Ivaí nasce em Prudentópolis, na região central, e banha o estado do Paraná em toda sua extensão. Após percorrer inúmeros municípios, o rio Ivaí deságua em um braço do rio Paraná. Uma de suas características é a cor das águas, que na maior parte do ano é marrom ou vermelha. Com 560 quilômetros, é considerado o maior rio totalmente paranaense, já que o Iguaçu banha também trechos do estado de Santa Catarina.
Rio Piquiri
Um dos principais afluentes da margem esquerda do rio Paraná, nascendo em Campina do Simão, na região centro-sul do estado, passa por vários municípios. Com 485 quilômetros de extensão, suas margens chegaram a ser palco da Guerra do Paraguai. O uso mais significativo da água é o abastecimento público, principalmente obtido por meio da captação subterrânea e voltada para o consumo humano e de animais.
Gazeta do Povo
Riquezas naturais garantem abastecimento, são fontes de energia e trazem belos cenários
O potencial hídrico do Paraná é de fazer inveja a outros estados. Afinal, é graças a essa riqueza que os paranaenses contam com uma das sete maravilhas naturais do planeta, as Cataratas do Iguaçu. Também por conta desse potencial que o estado sedia a hidrelétrica de Itaipu, a maior do Brasil e que gera energia para países vizinhos.
Abastecimento da população, suporte para a agropecuária, fonte de energia e belos cenários. Isso é o que proporcionam os principais rios paranaenses, os quais você conhece agora:
Rio Paraná
O rio Paraná nasce entre os estados de São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, na confluência dos rios Grande e Parnaíba. Com uma dimensão total de 3.998 quilômetros seria o nono rio mais extenso do mundo, caso fosse contado o trecho do rio Paranaíba. No estado do Paraná, ele demarca a fronteira entre Brasil e Paraguai até a foz do rio Iguaçu. Naquela região está a usina-barragem de Itaipu.
Rio Paranapanema
Divisor natural dos estados de São Paulo e Paraná, o Paranapanema tem uma extensão total de 929 quilômetros, mas boa parte dela em território paulista. Sua bacia hidrografia compreende uma área de 106 mil quilômetros quadrados, abrangendo 247 municípios onde vivem cerca de 4,8 milhões de habitantes. O rio concentra 5% da produção hidrelétrica nacional e importantes áreas de produção agropecuária.
Rio Iguaçu
Afluente do Paraná, o Iguaçu é o maior rio do estado. Formado pelo encontro dos rios Iraí e Atuba na parte leste de Curitiba, ele desagua nas Cataratas do Iguaçu, as maiores quedas em volume de água do planeta. Há divergências quanto à sua extensão: enquanto alguns autores afirmam ser de 910 quilômetros, a Secretaria de Estado do Meio Ambiente aponta 1.320 quilômetros. Sua navegação foi iniciada em 1891.
Rio Tibagi
O Tibagi tem 550 quilômetros, sendo bastante usado para a prática de canoagem e rafting em função da grande quantidade de corredeiras. Suas nascentes se localizam entre os municípios de Campo Largo, Palmeira e Ponta Grossa, enquanto sua foz fica na divisa entre os estados de Paraná e São Paulo. A bacia do Tibagi se estende por 41 municípios, cobrindo mais de 25 mil quilômetros quadrados no território paranaense.
Rio Ivaí
O rio Ivaí nasce em Prudentópolis, na região central, e banha o estado do Paraná em toda sua extensão. Após percorrer inúmeros municípios, o rio Ivaí deságua em um braço do rio Paraná. Uma de suas características é a cor das águas, que na maior parte do ano é marrom ou vermelha. Com 560 quilômetros, é considerado o maior rio totalmente paranaense, já que o Iguaçu banha também trechos do estado de Santa Catarina.
Rio Piquiri
Um dos principais afluentes da margem esquerda do rio Paraná, nascendo em Campina do Simão, na região centro-sul do estado, passa por vários municípios. Com 485 quilômetros de extensão, suas margens chegaram a ser palco da Guerra do Paraguai. O uso mais significativo da água é o abastecimento público, principalmente obtido por meio da captação subterrânea e voltada para o consumo humano e de animais.
Gazeta do Povo
Assinar:
Postagens (Atom)